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Questao:Q2562584 Aplicação:04/08/2024 Banca:VERBENA-UFG Cargo:PROFESSOR EBTT - LÍNGUA PORTUGUESA Disciplina:Português Tema:Interpretação de Textos Topico:Variação Linguística Editar

Questão 786: Leia o texto a seguir. A PEDA DE ORO Tinha um viúvo que tinha treis rapaz e o pai já era bastante avançado na idade, já num trabaiava mais. Os treis rapaz dentro de casa era muito obidiente do pai. Intão fazia lavora e tudo... Um dia os rapaz tá lá trabaiando na roça e passo um home. Chegô, oiô ês: – Bom dia! – Bom dia! – Uai! – Tá trabaiano, né, ôs minino? – É, nós tá trabaiano aqui, mas nosso pai tá bastante avançado na idade, coitado, num pode fazê mais nada. Agora nós é que trata dele. Nós faz tudo, pa meu pai. O home assuntô ‘sim. Falô: – Ó, ocês é besta, moço! Cês tá pa saí po mundo, pocês trabaiá, arrumá suas vida. Se ocês ficá mais seu pai toda vida, cês num ‘ruma nada. Cês tem que largá ele. Dipois que ocês largá ele, ele dá o jeito dele, uai! Ocês fica só dento de casa trabaiano pa seu pai, cês num ruma nada procês não. E dispidiu dês e saiu. UFMG. Pró-Reitoria de Extensão. Quem conta um conto aumenta um ponto. Belo Horizonte: Editora UFMG, 1998. p. 6-7. O trecho acima exemplifica a variedade linguística

diatópica, pois marca um falar próprio do dialeto caipira.
diacrônica, pois marca um falar próprio do século XVIII.
diafásica, pois marca um falar próprio de pessoas mais jovens.
diamésica, pois marca um falar próprio das crônicas.
diastrática, pois marca um falar próprio de acadêmicos.
Questao:Q2562584 Aplicação:04/08/2024 Banca:VERBENA-UFG Cargo:PROFESSOR EBTT - LÍNGUA PORTUGUESA Disciplina:Português Tema:Interpretação de Textos Topico:Variação Linguística Editar

Questão 826: Leia o texto a seguir. A PEDA DE ORO Tinha um viúvo que tinha treis rapaz e o pai já era bastante avançado na idade, já num trabaiava mais. Os treis rapaz dentro de casa era muito obidiente do pai. Intão fazia lavora e tudo... Um dia os rapaz tá lá trabaiando na roça e passo um home. Chegô, oiô ês: – Bom dia! – Bom dia! – Uai! – Tá trabaiano, né, ôs minino? – É, nós tá trabaiano aqui, mas nosso pai tá bastante avançado na idade, coitado, num pode fazê mais nada. Agora nós é que trata dele. Nós faz tudo, pa meu pai. O home assuntô ‘sim. Falô: – Ó, ocês é besta, moço! Cês tá pa saí po mundo, pocês trabaiá, arrumá suas vida. Se ocês ficá mais seu pai toda vida, cês num ‘ruma nada. Cês tem que largá ele. Dipois que ocês largá ele, ele dá o jeito dele, uai! Ocês fica só dento de casa trabaiano pa seu pai, cês num ruma nada procês não. E dispidiu dês e saiu. UFMG. Pró-Reitoria de Extensão. Quem conta um conto aumenta um ponto. Belo Horizonte: Editora UFMG, 1998. p. 6-7. O trecho acima exemplifica a variedade linguística

diatópica, pois marca um falar próprio do dialeto caipira.
diacrônica, pois marca um falar próprio do século XVIII.
diafásica, pois marca um falar próprio de pessoas mais jovens.
diamésica, pois marca um falar próprio das crônicas.
diastrática, pois marca um falar próprio de acadêmicos.
Questao:Q2562585 Aplicação:04/08/2024 Banca:VERBENA-UFG Cargo:PROFESSOR EBTT - LÍNGUA PORTUGUESA Disciplina:Português Tema:Sintaxe Topico:Análise sintática Editar

Questão 787: Leia as duas sentenças a seguir. I. Quando eu me olho no espelho, eu vejo o meu pai. II. Quando meu filho se olha no espelho, ele vê seu pai. Os trechos sublinhados exercem qual função sintática?

Sujeito.
Objeto direto.
Vocativo.
Complemento nominal.
Predicativo do sujeito.
Questao:Q2562585 Aplicação:04/08/2024 Banca:VERBENA-UFG Cargo:PROFESSOR EBTT - LÍNGUA PORTUGUESA Disciplina:Português Tema:Sintaxe Topico:Análise sintática Editar

Questão 827: Leia as duas sentenças a seguir. I. Quando eu me olho no espelho, eu vejo o meu pai. II. Quando meu filho se olha no espelho, ele vê seu pai. Os trechos sublinhados exercem qual função sintática?

Sujeito.
Objeto direto.
Vocativo.
Complemento nominal.
Predicativo do sujeito.
Questao:Q2562586 Aplicação:04/08/2024 Banca:VERBENA-UFG Cargo:PROFESSOR EBTT - LÍNGUA PORTUGUESA Disciplina:Português Tema:Interpretação de Textos Topico:Gêneros Textuais Editar

Questão 788: São três gêneros textuais:

conto, descrição e carta aberta.
injuntivo, manual de instrução e notícia.
e-mail, expositivo e artigo científico.
narrativo, biografia e crônica.
receita culinária, cardápio e propaganda.
Questao:Q2562586 Aplicação:04/08/2024 Banca:VERBENA-UFG Cargo:PROFESSOR EBTT - LÍNGUA PORTUGUESA Disciplina:Português Tema:Interpretação de Textos Topico:Gêneros Textuais Editar

Questão 828: São três gêneros textuais:

conto, descrição e carta aberta.
injuntivo, manual de instrução e notícia.
e-mail, expositivo e artigo científico.
narrativo, biografia e crônica.
receita culinária, cardápio e propaganda.
Questao:Q2562587 Aplicação:04/08/2024 Banca:VERBENA-UFG Cargo:PROFESSOR EBTT - LÍNGUA PORTUGUESA Disciplina:Português Tema:Morfologia - Verbos Topico: Editar

Questão 789: Leia o texto a seguir. No texto acima, percebemos que "tankar" é um verbo de sentido próprio, criado no contexto da internet. Na frase "oq significa o verbo tankar", se fosse omitida a informação de que "tankar" é um verbo, ainda seria possível identificá-lo como tal através

Imagem da questão
do gênero textual.
da forma infinitiva.
do número de sílabas que possui.
da utilização como interjeição.
da classificação como numeral.
Questao:Q2562587 Aplicação:04/08/2024 Banca:VERBENA-UFG Cargo:PROFESSOR EBTT - LÍNGUA PORTUGUESA Disciplina:Português Tema:Morfologia - Verbos Topico: Editar

Questão 829: Leia o texto a seguir. No texto acima, percebemos que "tankar" é um verbo de sentido próprio, criado no contexto da internet. Na frase "oq significa o verbo tankar", se fosse omitida a informação de que "tankar" é um verbo, ainda seria possível identificá-lo como tal através

Imagem da questão
do gênero textual.
da forma infinitiva.
do número de sílabas que possui.
da utilização como interjeição.
da classificação como numeral.
Questao:Q2562588 Aplicação:04/08/2024 Banca:VERBENA-UFG Cargo:PROFESSOR EBTT - LÍNGUA PORTUGUESA Disciplina:Português Tema:Interpretação de Textos Topico:Noções Gerais de Compreensão e Interpretação de Texto Editar

Questão 790: Leia o texto a seguir. I-Juca-Pirama Tu choraste em presença da morte? Na presença de estranhos choraste? Não descende o cobarde do forte; Pois choraste, meu filho não és! Possas tu, descendente maldito De uma tribo de nobres guerreiros, Implorando cruéis forasteiros, Seres presa de via Aimorés. DIAS, G. Últimos cantos. In: REBELO, M. (org.). Antologia escolar brasileira . Rio de Janeiro: MEC, 1967. Nesses versos, Gonçalves Dias apresenta a reação de um indígena ao tomar conhecimento que o filho pedira aos inimigos que lhe poupassem a vida. O trecho acima apresenta um traço estimado pelo Romantismo brasileiro, que é

a criação de um anti-herói, acompanhado por uma figura feminina.
a construção em versos hendecassílabos e ritmo heróico.
a religiosidade, expressa na rejeição do pai e na alusão à morte.
a figura do indígena como referência central de nacionalidade.
a idealização de um mundo próprio e idealizado.
Questao:Q2562588 Aplicação:04/08/2024 Banca:VERBENA-UFG Cargo:PROFESSOR EBTT - LÍNGUA PORTUGUESA Disciplina:Português Tema:Interpretação de Textos Topico:Noções Gerais de Compreensão e Interpretação de Texto Editar

Questão 830: Leia o texto a seguir. I-Juca-Pirama Tu choraste em presença da morte? Na presença de estranhos choraste? Não descende o cobarde do forte; Pois choraste, meu filho não és! Possas tu, descendente maldito De uma tribo de nobres guerreiros, Implorando cruéis forasteiros, Seres presa de via Aimorés. DIAS, G. Últimos cantos. In: REBELO, M. (org.). Antologia escolar brasileira . Rio de Janeiro: MEC, 1967. Nesses versos, Gonçalves Dias apresenta a reação de um indígena ao tomar conhecimento que o filho pedira aos inimigos que lhe poupassem a vida. O trecho acima apresenta um traço estimado pelo Romantismo brasileiro, que é

a criação de um anti-herói, acompanhado por uma figura feminina.
a construção em versos hendecassílabos e ritmo heróico.
a religiosidade, expressa na rejeição do pai e na alusão à morte.
a figura do indígena como referência central de nacionalidade.
a idealização de um mundo próprio e idealizado.
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