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Questão 141: No texto, verifica-se o predomínio da modalidade retórica
partir de três concepções diferentes, vindas da língua grega, da
latina e da hebraica. Em grego, verdade se diz aletheia , significando não-oculto, não
dissimulado. O verdadeiro é o que se manifesta aos olhos do
corpo e do espírito; a verdade é a manifestação daquilo que é
ou existe tal como é. O verdadeiro se opõe ao falso, pseudos , o
escondido, o dissimulado, o que parece ser e não é como
parece. O verdadeiro é o plenamente visível à razão. Em latim, verdade se diz veritas e se refere à precisão, ao rigor
e à exatidão de um relato, no qual se diz com pormenores e
fidelidade o que aconteceu. Verdadeiro se refere, portanto, a
enunciados que dizem fielmente as coisas tais como foram ou
aconteceram. Um relato é veraz ou dotado de veracidade
quando a linguagem enuncia os fatos reais. Em hebraico, verdade se diz emunah e significa confiança.
Agora são as pessoas e é Deus quem são verdadeiros. Um
Deus verdadeiro ou um amigo verdadeiro são os que cumprem
o que prometem, são fiéis à palavra dada ou a um pacto feito;
enfim, não traem a confiança. A nossa concepção da verdade é uma síntese dessas três
fontes e por isso se refere às coisas presentes, aos fatos
passados, à própria realidade, à linguagem e à confiança-esperança. CHAUI, Marilena. Convite à Filosofia. 13. ed. São Paulo: Ática. p. 123.
[Adaptado]
Questão 142: As palavras “veraz” e “veracidade” originam-se de um mesmo radical de origem latina. Em seus processos de formação, identifica-se a derivação
partir de três concepções diferentes, vindas da língua grega, da
latina e da hebraica. Em grego, verdade se diz aletheia , significando não-oculto, não
dissimulado. O verdadeiro é o que se manifesta aos olhos do
corpo e do espírito; a verdade é a manifestação daquilo que é
ou existe tal como é. O verdadeiro se opõe ao falso, pseudos , o
escondido, o dissimulado, o que parece ser e não é como
parece. O verdadeiro é o plenamente visível à razão. Em latim, verdade se diz veritas e se refere à precisão, ao rigor
e à exatidão de um relato, no qual se diz com pormenores e
fidelidade o que aconteceu. Verdadeiro se refere, portanto, a
enunciados que dizem fielmente as coisas tais como foram ou
aconteceram. Um relato é veraz ou dotado de veracidade
quando a linguagem enuncia os fatos reais. Em hebraico, verdade se diz emunah e significa confiança.
Agora são as pessoas e é Deus quem são verdadeiros. Um
Deus verdadeiro ou um amigo verdadeiro são os que cumprem
o que prometem, são fiéis à palavra dada ou a um pacto feito;
enfim, não traem a confiança. A nossa concepção da verdade é uma síntese dessas três
fontes e por isso se refere às coisas presentes, aos fatos
passados, à própria realidade, à linguagem e à confiança-esperança. CHAUI, Marilena. Convite à Filosofia. 13. ed. São Paulo: Ática. p. 123.
[Adaptado]
Questão 143: Na frase “Agora são as pessoas e é Deus quem são verdadeiros.”, a palavra destacada é
partir de três concepções diferentes, vindas da língua grega, da
latina e da hebraica. Em grego, verdade se diz aletheia , significando não-oculto, não
dissimulado. O verdadeiro é o que se manifesta aos olhos do
corpo e do espírito; a verdade é a manifestação daquilo que é
ou existe tal como é. O verdadeiro se opõe ao falso, pseudos , o
escondido, o dissimulado, o que parece ser e não é como
parece. O verdadeiro é o plenamente visível à razão. Em latim, verdade se diz veritas e se refere à precisão, ao rigor
e à exatidão de um relato, no qual se diz com pormenores e
fidelidade o que aconteceu. Verdadeiro se refere, portanto, a
enunciados que dizem fielmente as coisas tais como foram ou
aconteceram. Um relato é veraz ou dotado de veracidade
quando a linguagem enuncia os fatos reais. Em hebraico, verdade se diz emunah e significa confiança.
Agora são as pessoas e é Deus quem são verdadeiros. Um
Deus verdadeiro ou um amigo verdadeiro são os que cumprem
o que prometem, são fiéis à palavra dada ou a um pacto feito;
enfim, não traem a confiança. A nossa concepção da verdade é uma síntese dessas três
fontes e por isso se refere às coisas presentes, aos fatos
passados, à própria realidade, à linguagem e à confiança-esperança. CHAUI, Marilena. Convite à Filosofia. 13. ed. São Paulo: Ática. p. 123.
[Adaptado]
Questão 144: No trecho “Um Deus verdadeiro ou um amigo verdadeiro são os que cumprem o que prometem, são fiéis à palavra dada ou a um pacto feito; enfim, não traem a confianç a”, a oração coordenada apresenta uma
partir de três concepções diferentes, vindas da língua grega, da
latina e da hebraica. Em grego, verdade se diz aletheia , significando não-oculto, não
dissimulado. O verdadeiro é o que se manifesta aos olhos do
corpo e do espírito; a verdade é a manifestação daquilo que é
ou existe tal como é. O verdadeiro se opõe ao falso, pseudos , o
escondido, o dissimulado, o que parece ser e não é como
parece. O verdadeiro é o plenamente visível à razão. Em latim, verdade se diz veritas e se refere à precisão, ao rigor
e à exatidão de um relato, no qual se diz com pormenores e
fidelidade o que aconteceu. Verdadeiro se refere, portanto, a
enunciados que dizem fielmente as coisas tais como foram ou
aconteceram. Um relato é veraz ou dotado de veracidade
quando a linguagem enuncia os fatos reais. Em hebraico, verdade se diz emunah e significa confiança.
Agora são as pessoas e é Deus quem são verdadeiros. Um
Deus verdadeiro ou um amigo verdadeiro são os que cumprem
o que prometem, são fiéis à palavra dada ou a um pacto feito;
enfim, não traem a confiança. A nossa concepção da verdade é uma síntese dessas três
fontes e por isso se refere às coisas presentes, aos fatos
passados, à própria realidade, à linguagem e à confiança-esperança. CHAUI, Marilena. Convite à Filosofia. 13. ed. São Paulo: Ática. p. 123.
[Adaptado]
Questão 145: O excerto é a introdução de um artigo de opinião, no qual se identifica a intertextualidade com um conhecido conto literário. Esse fator de organização textual é feito por meio de uma
datado de meados do séc. XIX, o qual, admitidas algumas
variações e versões, remete a uma estória em que certos
golpistas que, diante da excessiva vaidade de um rei, aplicam-lhe um golpe. Prometem vestes maravilhosas e especiais, a
custos altíssimos. Quando indagados pelo rei sobre as suas
vestimentas, os vigaristas afirmam, diante de uma mesa vazia:
– Aqui estão elas. O rei, por sua vez, para não admitir sua
ignorância diante dos desconhecidos marcou um desfile para a
apresentação daquelas “nobres e maravilhosas” vestes. No dia do desfile, o rei surge absolutamente nu, com servos
segurando a sua cauda invisível. Os súditos ao seu redor, em
razão da reação e das palavras do rei acerca das suas vestes,
seguem espelhando a ilusão de que estaria o rei integralmente
vestido. Até que um menino grita: – O rei está nu! Ocasião em
que todos se permitiram acreditar que, diante de seus olhos, de
fato, sempre esteve o rei nu, tal como a realidade lhes
entregava. Com vergonha, por um período, o rei se recolheu. A linha entre o que vive a Justiça do Trabalho nos últimos
tempos e o conto que ultrapassa os séculos é mais tênue do
que se pode imaginar. ALLAN, Nuredin Ahmad. O rei não ficou nu sozinho: a atual situação da Justiça do Trabalho. Disponível em: <https://www.cartacapital.com.br/blogs/lado/o-rei-nao-ficou-nu-sozinho-aatual-situacao-da-justica-do-trabalho/>. Acesso em: 21 mai. 2025. [Adaptado].
Questão 146: No segundo parágrafo, a expressão “de fato” é empregada como um(a)
datado de meados do séc. XIX, o qual, admitidas algumas
variações e versões, remete a uma estória em que certos
golpistas que, diante da excessiva vaidade de um rei, aplicam-lhe um golpe. Prometem vestes maravilhosas e especiais, a
custos altíssimos. Quando indagados pelo rei sobre as suas
vestimentas, os vigaristas afirmam, diante de uma mesa vazia:
– Aqui estão elas. O rei, por sua vez, para não admitir sua
ignorância diante dos desconhecidos marcou um desfile para a
apresentação daquelas “nobres e maravilhosas” vestes. No dia do desfile, o rei surge absolutamente nu, com servos
segurando a sua cauda invisível. Os súditos ao seu redor, em
razão da reação e das palavras do rei acerca das suas vestes,
seguem espelhando a ilusão de que estaria o rei integralmente
vestido. Até que um menino grita: – O rei está nu! Ocasião em
que todos se permitiram acreditar que, diante de seus olhos, de
fato, sempre esteve o rei nu, tal como a realidade lhes
entregava. Com vergonha, por um período, o rei se recolheu. A linha entre o que vive a Justiça do Trabalho nos últimos
tempos e o conto que ultrapassa os séculos é mais tênue do
que se pode imaginar. ALLAN, Nuredin Ahmad. O rei não ficou nu sozinho: a atual situação da Justiça do Trabalho. Disponível em: <https://www.cartacapital.com.br/blogs/lado/o-rei-nao-ficou-nu-sozinho-aatual-situacao-da-justica-do-trabalho/>. Acesso em: 21 mai. 2025. [Adaptado].
Questão 147: No primeiro parágrafo, o mecanismo de coesão referencial utilizado para retomada do termo “golpistas”, na maioria das vezes, é a
datado de meados do séc. XIX, o qual, admitidas algumas
variações e versões, remete a uma estória em que certos
golpistas que, diante da excessiva vaidade de um rei, aplicam-lhe um golpe. Prometem vestes maravilhosas e especiais, a
custos altíssimos. Quando indagados pelo rei sobre as suas
vestimentas, os vigaristas afirmam, diante de uma mesa vazia:
– Aqui estão elas. O rei, por sua vez, para não admitir sua
ignorância diante dos desconhecidos marcou um desfile para a
apresentação daquelas “nobres e maravilhosas” vestes. No dia do desfile, o rei surge absolutamente nu, com servos
segurando a sua cauda invisível. Os súditos ao seu redor, em
razão da reação e das palavras do rei acerca das suas vestes,
seguem espelhando a ilusão de que estaria o rei integralmente
vestido. Até que um menino grita: – O rei está nu! Ocasião em
que todos se permitiram acreditar que, diante de seus olhos, de
fato, sempre esteve o rei nu, tal como a realidade lhes
entregava. Com vergonha, por um período, o rei se recolheu. A linha entre o que vive a Justiça do Trabalho nos últimos
tempos e o conto que ultrapassa os séculos é mais tênue do
que se pode imaginar. ALLAN, Nuredin Ahmad. O rei não ficou nu sozinho: a atual situação da Justiça do Trabalho. Disponível em: <https://www.cartacapital.com.br/blogs/lado/o-rei-nao-ficou-nu-sozinho-aatual-situacao-da-justica-do-trabalho/>. Acesso em: 21 mai. 2025. [Adaptado].
Questão 148: No primeiro parágrafo, o emprego das aspas, em “nobres e maravilhosas”,
datado de meados do séc. XIX, o qual, admitidas algumas
variações e versões, remete a uma estória em que certos
golpistas que, diante da excessiva vaidade de um rei, aplicam-lhe um golpe. Prometem vestes maravilhosas e especiais, a
custos altíssimos. Quando indagados pelo rei sobre as suas
vestimentas, os vigaristas afirmam, diante de uma mesa vazia:
– Aqui estão elas. O rei, por sua vez, para não admitir sua
ignorância diante dos desconhecidos marcou um desfile para a
apresentação daquelas “nobres e maravilhosas” vestes. No dia do desfile, o rei surge absolutamente nu, com servos
segurando a sua cauda invisível. Os súditos ao seu redor, em
razão da reação e das palavras do rei acerca das suas vestes,
seguem espelhando a ilusão de que estaria o rei integralmente
vestido. Até que um menino grita: – O rei está nu! Ocasião em
que todos se permitiram acreditar que, diante de seus olhos, de
fato, sempre esteve o rei nu, tal como a realidade lhes
entregava. Com vergonha, por um período, o rei se recolheu. A linha entre o que vive a Justiça do Trabalho nos últimos
tempos e o conto que ultrapassa os séculos é mais tênue do
que se pode imaginar. ALLAN, Nuredin Ahmad. O rei não ficou nu sozinho: a atual situação da Justiça do Trabalho. Disponível em: <https://www.cartacapital.com.br/blogs/lado/o-rei-nao-ficou-nu-sozinho-aatual-situacao-da-justica-do-trabalho/>. Acesso em: 21 mai. 2025. [Adaptado].
Questão 149: No texto, o eu poético
Questão 150: No texto, as palavras “meia”, “meio” e “meios” possuem as funções gramaticais e semânticas de