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Questao:Q2477611 Aplicação:21/04/2024 Banca:VERBENA-UFG Cargo:PROFESSOR NÍVEL III - PEDAGOGIA Disciplina:Português Tema:Interpretação de Textos Topico:Noções Gerais de Compreensão e Interpretação de Texto Editar

Questão 581: A interpretação do texto aponta para dois posicionamentos clássicos da Filosofia grega. Tais correntes teóricas, segundo o excerto,

Leia o Texto 1 para responder à questão. Texto 1 [...] Preocupações como essas levaram, na Grécia clássica, a duas atitudes filosóficas: a dos sofistas e a de Sócrates — com eles, os problemas do conhecimento tornaram-se centrais. Os sofistas, diante da pluralidade e do antagonismo das filosofias anteriores, ou dos conflitos entre várias ontologias, concluíram que não podemos conhecer o Ser, mas só podemos ter opiniões subjetivas sobre a realidade. Por isso, para se relacionarem com o mundo e com os outros humanos, os homens devem valer-se de um outro instrumento — a linguagem — para persuadir os outros de suas próprias ideias e opiniões. A verdade é uma questão de opinião e de persuasão, e a linguagem é mais importante do que a percepção e o pensamento. Em contrapartida, Sócrates, distanciando-se dos primeiros filósofos e opondo-se aos sofistas, afirmava que a verdade pode ser conhecida, mas primeiro devemos afastar as ilusões dos sentidos e das palavras ou das opiniões e alcançar a verdade apenas pelo pensamento. CHAUI, M. Convite à Filosofia . 12. ed. São Paulo: Ática, 1999, p. 111.
complementam-se, na medida em que ambas tratam da questão do conhecimento. A partir da leitura, é possível deduzir que os sofistas respeitavam as defesas socráticas e que, por fim, não conseguiam rebater os argumentos de seu mestre.
concordam e discordam, ao mesmo tempo. Por um lado, entendem pacificamente que a verdade é uma questão de linguagem. Por outro lado, os sofistas assumem a opinião como central, enquanto Sócrates destrona o reino do pensamento em prol da subjetividade.
opõem-se e seguem caminhos teóricos distintos. Os sofistas elegem a opinião e a persuasão como parâmetros da verdade, e Sócrates, por sua vez, defende a capacidade de pensar como meio de acesso à verdade e como antídoto ante os sentidos ilusórios.
defendem que tudo está passível de conhecimento, de tal modo que, para os sofistas, a persuasão é o caminho epistemológico seguro, já para Sócrates é o sentido das palavras que irá nos conduzir à essência da verdade, esta que segue embotada pelo pensamento e suas ilusões.
Questao:Q2477612 Aplicação:21/04/2024 Banca:VERBENA-UFG Cargo:PROFESSOR NÍVEL III - PEDAGOGIA Disciplina:Português Tema:Interpretação de Textos Topico:Coesão e coerência Editar

Questão 582: No que se refere aos recursos coesivos e aos elementos de sequenciação textual, podemos reconhecer que no texto temos o uso de

Leia o Texto 1 para responder à questão. Texto 1 [...] Preocupações como essas levaram, na Grécia clássica, a duas atitudes filosóficas: a dos sofistas e a de Sócrates — com eles, os problemas do conhecimento tornaram-se centrais. Os sofistas, diante da pluralidade e do antagonismo das filosofias anteriores, ou dos conflitos entre várias ontologias, concluíram que não podemos conhecer o Ser, mas só podemos ter opiniões subjetivas sobre a realidade. Por isso, para se relacionarem com o mundo e com os outros humanos, os homens devem valer-se de um outro instrumento — a linguagem — para persuadir os outros de suas próprias ideias e opiniões. A verdade é uma questão de opinião e de persuasão, e a linguagem é mais importante do que a percepção e o pensamento. Em contrapartida, Sócrates, distanciando-se dos primeiros filósofos e opondo-se aos sofistas, afirmava que a verdade pode ser conhecida, mas primeiro devemos afastar as ilusões dos sentidos e das palavras ou das opiniões e alcançar a verdade apenas pelo pensamento. CHAUI, M. Convite à Filosofia . 12. ed. São Paulo: Ática, 1999, p. 111.
anáfora, no início do trecho “[...] Preocupações como essas levaram, na Grécia clássica, a duas atitudes filosóficas: a dos sofistas e a de Sócrates”, marcada pelo pronome demonstrativo “essas”, referenciando um termo que foi dito antes. Seguida de catáfora, quando são elencadas as duas atitudes filosóficas. Para construir esse mecanismo, usa-se o sinal dos doispontos, demarcando algo que será enunciado.
referenciação comparativa no trecho “Os sofistas, diante da pluralidade e do antagonismo das filosofias anteriores, ou dos conflitos entre várias ontologias”, caracterizada pela utilização de dois apostos explicativos, que fazem referência aos sofistas e são marcados pela utilização das vírgulas, recurso linguístico necessário em casos como esse, mas que podem ser substituídos por travessões, sem prejuízo de sentido.
coesão lexical no trecho “os homens devem valer-se de um outro instrumento — a linguagem — para persuadir os outros de suas próprias ideias e opiniões”, materializada pelo uso dos travessões como destaque ao termo “linguagem”. A pontuação aqui reforça o sentido de complementação pretendido quando a coesão é construída por meio do léxico. Uma outra possibilidade é o uso de parêntesis, também indicado para ratificar termos.
conectores, nos trechos em que aparecem “Por isso” e “Em contrapartida”, os quais enunciam, respectivamente, uma ideia adversativa e uma declaração conclusiva. Tais marcadores discursivos dão fluência à argumentação e estabelecem relações entre os períodos, uma vez que funcionam como articuladores textuais, tais quais as conjunções e outros elementos que evitam repetições desnecessárias.
Questao:Q2477613 Aplicação:21/04/2024 Banca:VERBENA-UFG Cargo:PROFESSOR NÍVEL III - PEDAGOGIA Disciplina:Português Tema:Morfologia - Pronomes Topico:Colocação Pronominal Editar

Questão 583: A colocação pronominal é o posicionamento adequado do pronome oblíquo em relação ao verbo. Quanto a isso, no texto ocorre

Leia o Texto 1 para responder à questão. Texto 1 [...] Preocupações como essas levaram, na Grécia clássica, a duas atitudes filosóficas: a dos sofistas e a de Sócrates — com eles, os problemas do conhecimento tornaram-se centrais. Os sofistas, diante da pluralidade e do antagonismo das filosofias anteriores, ou dos conflitos entre várias ontologias, concluíram que não podemos conhecer o Ser, mas só podemos ter opiniões subjetivas sobre a realidade. Por isso, para se relacionarem com o mundo e com os outros humanos, os homens devem valer-se de um outro instrumento — a linguagem — para persuadir os outros de suas próprias ideias e opiniões. A verdade é uma questão de opinião e de persuasão, e a linguagem é mais importante do que a percepção e o pensamento. Em contrapartida, Sócrates, distanciando-se dos primeiros filósofos e opondo-se aos sofistas, afirmava que a verdade pode ser conhecida, mas primeiro devemos afastar as ilusões dos sentidos e das palavras ou das opiniões e alcançar a verdade apenas pelo pensamento. CHAUI, M. Convite à Filosofia . 12. ed. São Paulo: Ática, 1999, p. 111.
próclise em “devem valer-se ”, pois o verbo “dever”, assim como o verbo “necessitar”, atua como condicionante e obriga o uso do pronome depois do verbo “valer”. A mesma regra serve para mesóclises.
ênclise em “para se relacionarem” , pois a preposição “para” obriga o uso do pronome antes do verbo “relacionar”, o mesmo ocorre com outras preposições. A regra não vale para mesóclises.
próclise em “ distanciando-se dos”, pois está sucedida pela preposição aglutinada “dos”, o que obriga o uso do pronome depois do verbo “distanciar”. A mesma regra serve para mesóclises.
ênclise em “e opondo-se ”, pois está precedida da conjunção “e”, como também aconteceria se fosse uma vírgula, o que obriga o uso do pronome depois do verbo “opor”. A regra não vale para mesóclises.
Questao:Q2477614 Aplicação:21/04/2024 Banca:VERBENA-UFG Cargo:PROFESSOR NÍVEL III - PEDAGOGIA Disciplina:Português Tema:Interpretação de Textos Topico:Intertextualidade Editar

Questão 584: Quanto à intertextualidade que ocorre entre a música do grupo Legião Urbana, o soneto de Camões e o trecho bíblico, é correto afirmar que os intertextos

Leia os Textos 2, 3 e 4 para responder à questão. Texto 2 Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e
não tivesse amor, seria como o metal que soa ou como o sino
que tine. BÍBLIA SAGRADA. 1ª Coríntios: 13. Texto 3 Amor é um fogo que arde sem se ver, É ferida que dói, e não se sente, É um contentamento descontente, É dor que desatina sem doer. Trecho do soneto “O amor é fogo que arde sem se ver”, de Camões. Texto 4 Ainda que eu falasse a língua dos homens E falasse a língua dos anjos, sem amor eu nada seria. É só o amor, é só o amor; Que conhece o que é verdade; O amor é bom, não quer o mal; Não sente inveja ou se envaidece. O amor é fogo que arde sem se ver; É ferida que dói e não se sente; É um contentamento descontente; É dor que desatina sem doer. Ainda que eu falasse a língua dos homens E falasse a língua dos anjos, sem amor eu nada seria. É um não querer mais que bem querer; É solitário andar por entre a gente; É um não contentar-se de contente; É cuidar que se ganha em se perder Trecho da música “Monte Castelo”, de Legião Urbana
devem ser invalidados, uma vez que ocorreram cópias de trechos originais de outros autores, deixando, assim, de ser lido como um intertexto clássico e configurando-se como plágio não intencional.
são válidos e criativos, pois os textos citados, ao serem retirados de seus contextos originais, a serviço de um projeto de texto consciente, atualizam-se e formam um novo objeto.
têm sua relação estabelecida por meio do tema comum do amor, mas não se pode afirmar que há autoria na cópia dos textos originais citados, pois a interpretação não cabe ao leitor e sim a quem escreveu a música.
contrapõem os sentidos dos textos, e é justamente tal oposição semântica que constitui a originalidade da música, fenômeno estratégico na construção de autoria por parte do poeta.
Questao:Q2477615 Aplicação:21/04/2024 Banca:VERBENA-UFG Cargo:PROFESSOR NÍVEL III - PEDAGOGIA Disciplina:Português Tema:Interpretação de Textos Topico: Editar

Questão 585: Outro importante fator de textualidade que compõe os sentidos dos textos, conforme prevê os estudos da linguagem, é a situacionalidade. Este fator pode ser definido por meio

Leia os Textos 2, 3 e 4 para responder à questão. Texto 2 Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e
não tivesse amor, seria como o metal que soa ou como o sino
que tine. BÍBLIA SAGRADA. 1ª Coríntios: 13. Texto 3 Amor é um fogo que arde sem se ver, É ferida que dói, e não se sente, É um contentamento descontente, É dor que desatina sem doer. Trecho do soneto “O amor é fogo que arde sem se ver”, de Camões. Texto 4 Ainda que eu falasse a língua dos homens E falasse a língua dos anjos, sem amor eu nada seria. É só o amor, é só o amor; Que conhece o que é verdade; O amor é bom, não quer o mal; Não sente inveja ou se envaidece. O amor é fogo que arde sem se ver; É ferida que dói e não se sente; É um contentamento descontente; É dor que desatina sem doer. Ainda que eu falasse a língua dos homens E falasse a língua dos anjos, sem amor eu nada seria. É um não querer mais que bem querer; É solitário andar por entre a gente; É um não contentar-se de contente; É cuidar que se ganha em se perder Trecho da música “Monte Castelo”, de Legião Urbana
da capacidade do texto em adequar-se ao cotexto comunicativo no qual está inserido. Relaciona-se à pertinência ou não ao contexto, pois este pode influenciar o significado textual. Um texto inserido em contextos distintos pode produzir significados diversos.
dos conhecimentos enciclopédicos que o autor tem para chegar a seu público, visto que o texto está direcionado ao protagonista do ato comunicativo (aquele que fala ou escreve). Trata-se da disposição e empenho de se construir um discurso coerente e coeso.
das informações prévias e novas obtidas no texto. É preciso que haja equilíbrio entre ambas, pois um texto que possui apenas informações prévias não traz novidade ao leitor. Já um texto somente com informações novas pode dificultar a compreensão de uma leitura.
das marcas que fazem o texto ser aceito. Dessa maneira, os sentidos direcionam-se ao receptor e referem-se às suas expectativas, estabelecendo uma espécie de contrato entre as partes envolvidas na comunicação. Aqui está pressuposto o conhecimento de mundo do leitor.
Questao:Q2477616 Aplicação:21/04/2024 Banca:VERBENA-UFG Cargo:PROFESSOR NÍVEL III - PEDAGOGIA Disciplina:Português Tema:Interpretação de Textos Topico:Figuras de Linguagem Editar

Questão 586: Nosso sistema linguístico disponibiliza as figuras de linguagem como mecanismos de produção de sentidos. Podemos reconhecer tal recurso semântico no trecho

Leia os Textos 2, 3 e 4 para responder à questão. Texto 2 Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e
não tivesse amor, seria como o metal que soa ou como o sino
que tine. BÍBLIA SAGRADA. 1ª Coríntios: 13. Texto 3 Amor é um fogo que arde sem se ver, É ferida que dói, e não se sente, É um contentamento descontente, É dor que desatina sem doer. Trecho do soneto “O amor é fogo que arde sem se ver”, de Camões. Texto 4 Ainda que eu falasse a língua dos homens E falasse a língua dos anjos, sem amor eu nada seria. É só o amor, é só o amor; Que conhece o que é verdade; O amor é bom, não quer o mal; Não sente inveja ou se envaidece. O amor é fogo que arde sem se ver; É ferida que dói e não se sente; É um contentamento descontente; É dor que desatina sem doer. Ainda que eu falasse a língua dos homens E falasse a língua dos anjos, sem amor eu nada seria. É um não querer mais que bem querer; É solitário andar por entre a gente; É um não contentar-se de contente; É cuidar que se ganha em se perder Trecho da música “Monte Castelo”, de Legião Urbana
“como o metal que soa ou como o sino que tine”, no qual temos uma metonímia, usada para a personificação do metal e do sino.
“É ferida que dói, e não se sente”, no qual temos um eufemismo, usado para suavizar o discurso, pois a dor da ferida não pode ser sentida.
“O amor é bom, não quer o mal”, no qual temos uma ironia, usada para representar o contrário do que se afirmou por meio do advérbio “não”.
“Amor é um fogo”, no qual temos uma metáfora, usada para resguardar a semelhança não literal entre o amor e o fogo.
Questao:Q2477617 Aplicação:21/04/2024 Banca:VERBENA-UFG Cargo:PROFESSOR NÍVEL III - PEDAGOGIA Disciplina:Português Tema:Interpretação de Textos Topico:Gêneros Textuais Editar

Questão 587: Os gêneros textuais são construídos por características e funcionalidades específicas. O texto acima, por sua forma, estilo e conteúdo, constitui

Leia o Texto 5 para responder à questão. Texto 5 Furto de flor Carlos Drummond de Andrade Furtei uma flor daquele jardim. O porteiro do edifício cochilava
e eu furtei a flor. Trouxe-a para casa e coloquei-a no copo com
água. Logo senti que ela não estava feliz. O copo destina-se a
beber, e flor não é para ser bebida. Passei-a para o vaso, e notei que ela me agradecia, revelando
melhor sua delicada composição. Quantas novidades há numa
flor, se a contemplarmos bem. Sendo autor do furto, eu
assumira a obrigação de conservá-la. Renovei a água do
vaso, mas a flor empalidecia. Temi por sua vida. Não
adiantava restituí-la ao jardim. Nem apelar para o médico das
flores. Eu a furtara, eu a via morrer. Já murcha, e com a cor particular da morte, peguei-a
docemente e fui depositá-la no jardim onde desabrochara. O
porteiro estava atento e repreendeu-me: – Que ideia a sua, vir jogar lixo de sua casa neste jardim! ANDRADE, Carlos Drummond de. Contos plausíveis . Rio de Janeiro, José
Olympio, 1985. p. 80. Disponível em: <https://www.contioutra.com/?s=furto+de+flor> . Acesso em: 05 mar. 2024.
um editorial.
um poema.
uma crônica
uma fábula.
Questao:Q2477618 Aplicação:21/04/2024 Banca:VERBENA-UFG Cargo:PROFESSOR NÍVEL III - PEDAGOGIA Disciplina:Português Tema:Morfologia - Verbos Topico: Editar

Questão 588: Se considerarmos os modos de enunciação utilizados para a construção das vozes mobilizadas no texto, temos

Leia o Texto 5 para responder à questão. Texto 5 Furto de flor Carlos Drummond de Andrade Furtei uma flor daquele jardim. O porteiro do edifício cochilava
e eu furtei a flor. Trouxe-a para casa e coloquei-a no copo com
água. Logo senti que ela não estava feliz. O copo destina-se a
beber, e flor não é para ser bebida. Passei-a para o vaso, e notei que ela me agradecia, revelando
melhor sua delicada composição. Quantas novidades há numa
flor, se a contemplarmos bem. Sendo autor do furto, eu
assumira a obrigação de conservá-la. Renovei a água do
vaso, mas a flor empalidecia. Temi por sua vida. Não
adiantava restituí-la ao jardim. Nem apelar para o médico das
flores. Eu a furtara, eu a via morrer. Já murcha, e com a cor particular da morte, peguei-a
docemente e fui depositá-la no jardim onde desabrochara. O
porteiro estava atento e repreendeu-me: – Que ideia a sua, vir jogar lixo de sua casa neste jardim! ANDRADE, Carlos Drummond de. Contos plausíveis . Rio de Janeiro, José
Olympio, 1985. p. 80. Disponível em: <https://www.contioutra.com/?s=furto+de+flor> . Acesso em: 05 mar. 2024.
uma enunciação pessoal no trecho “ Furtei uma flor daquele jardim. O porteiro do edifício cochilava e eu furtei a flor”, marcada pela aparição dupla do verbo “furtar” no futuro do pretérito, sugerindo que o poema foi apenas um sonho de enunciador.
um verbo dicendi no trecho “O porteiro estava atento e repreendeu-me : – Que ideia a sua, vir jogar lixo de sua casa neste jardim!”, que materializa o ato de “repreender”, introduzindo o discurso de um terceiro em reação ao narrador.
um discurso indireto no trecho “Não adiantava restituíla ao jardim. Nem apelar para o médico das flores”, personificado na figura do “ médico ”, que, apesar de não estar ali, passa a fazer parte da enunciação, tendo sua fala pressuposta.
um discurso direto no trecho “Trouxe-a para casa e coloquei-a no copo com água. Logo senti que ela não estava feliz”, indicado pelo uso da conjunção conclusiva “logo”, característica de falas diretas, precisas e sem rodeios, indicando uma ação afoita do enunciador.
Questao:Q2477619 Aplicação:21/04/2024 Banca:VERBENA-UFG Cargo:PROFESSOR NÍVEL III - PEDAGOGIA Disciplina:Português Tema:Pontuação Topico:Uso do ponto e vírgula Editar

Questão 589: Sobre as regras e usos da pontuação, é possível afirmar que o sinal de

Leia o Texto 6 para responder à questão. Texto 6 Os sinais de pontuação, como são conhecidos, servem para
estruturar as frases e dar-lhes sentido. Ou seja, conferem
ritmo e sentido ao que se pretende transmitir. Isso é bem
diferente de dizer que eles representam as pausas e as
melodias da língua falada. O estudo do seu papel diz respeito
à estruturação, à ordem, ao sentido que se confere às
palavras escritas e não à reprodução de sinais sonoros. NETO, P. Português passo a passo com Pasquale Cipro Neto . Barueri, SP:
Gold Editora, 2007, p. 7.
ponto e vírgula é utilizado em comparações ou contrastes e para separar orações coordenadas.
dois-pontos é utilizado para citar a fala de alguém, iniciar uma enumeração e indicar fim de frases declarativas.
reticências é utilizado para interrupções, hesitações e em fim de frases interrogativas diretas.
travessão é utilizado para isolar períodos ou expressões e unir elementos enumerados em série.
Questao:Q2477620 Aplicação:21/04/2024 Banca:VERBENA-UFG Cargo:PROFESSOR NÍVEL III - PEDAGOGIA Disciplina:Português Tema:Crase Topico:Crase Editar

Questão 590: No trecho “O estudo do seu papel diz respeito à estruturação, à ordem, ao sentido que se confere às palavras escritas e não à reprodução de sinais sonoros” vemos o uso da crase, fenômeno gramatical utilizado para indicar a fusão entre a preposição “a” e o artigo definido feminino “a” por meio do acento grave. A mesma regra deve ser aplicada

Leia o Texto 6 para responder à questão. Texto 6 Os sinais de pontuação, como são conhecidos, servem para
estruturar as frases e dar-lhes sentido. Ou seja, conferem
ritmo e sentido ao que se pretende transmitir. Isso é bem
diferente de dizer que eles representam as pausas e as
melodias da língua falada. O estudo do seu papel diz respeito
à estruturação, à ordem, ao sentido que se confere às
palavras escritas e não à reprodução de sinais sonoros. NETO, P. Português passo a passo com Pasquale Cipro Neto . Barueri, SP:
Gold Editora, 2007, p. 7.
antes de verbos, como em “à partir”, e de pronomes, como em “à ela”.
quando ocorrer junto das preposições "até", "após", "desde", "entre" e "para".
nas expressões “frente à frente”, “cara à cara”, “face à face” e “gota à gota”.
em locuções formadas por palavras femininas, como em “à moda” e “à vista”.
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