Questão 1: Nessa tira, além da expressão “tô nem aí”, o emprego da
linguagem coloquial se faz presente na
Leia o Texto 1 para responder à questão. Disponível em: . Acesso em: 27 jan. 2024.
Resposta correta! Parabéns, você acertou.
Resposta incorreta. A resposta correta é .
Questão: Q2452097Aplicação: 07/04/2024Banca: VERBENA-UFGCargo: PEDAGOGODisciplina: PortuguêsTema: SintaxeTópico: Termos essenciais da oração: Sujeito e Predicado Editar
Questão 2: Nos períodos “ Mas o fato é que você não consegue
interagir” e “ O fato é que eu não tô nem aí”, as orações
destacadas classificam-se como orações principais, às
quais se ligam orações subordinadas substantivas que
exercem a função sintática de
Leia o Texto 1 para responder à questão. Disponível em: . Acesso em: 27 jan. 2024.
Questão 3: No excerto da crônica de Ruy Castro, o narrador descreve
uma situação em que a falha na comunicação decorre de
diferenças de uso da língua que exemplificam a variação
linguística
Leia o Texto 2 para responder à questão. Texto 2 O autoclismo da retrete Em 1973, fui trabalhar numa revista brasileira editada em
Lisboa. Logo no primeiro dia, tive uma amostra das deliciosas
diferenças que nos separavam, a nós e aos portugueses, em
matéria de língua. Houve um problema no banheiro da redação
e eu disse à secretária: “Isabel, por favor, chame o bombeiro
para consertar a descarga da privada.” Isabel franziu a testa e
só entendeu as quatro primeiras palavras. Pelo visto, eu estava
lhe pedindo que chamasse a Banda do Corpo de Bombeiros
para dar um concerto particular de marchas e dobrados na
redação. Por sorte, um colega brasileiro, em Lisboa havia
algum tempo e já escolado nos meandros da língua, traduziu o
recado: “Isabel, chame o canalizador para reparar o autoclismo
da retrete.” E só então o belo rosto de Isabel se iluminou. CASTRO, Ruy. O autoclismo da retrete . Folha de São Paulo. Disponível em: . Acesso em: 21
fev. 2024.
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Resposta incorreta. A resposta correta é .
Questão: Q2452099Aplicação: 07/04/2024Banca: VERBENA-UFGCargo: PEDAGOGODisciplina: PortuguêsTema: PontuaçãoTópico: Uso da Vírgula Editar
Questão 4: Segundo a gramática normativa, a utilização da vírgula dá-se por questões estilísticas e sintáticas. No período “Em
1973, fui trabalhar numa revista brasileira editada em
Lisboa”, segundo a norma-padrão, justifica-se o emprego da
vírgula pelo mesmo motivo sintático que justifica o emprego
da(s) vírgula(s) em
Leia o Texto 2 para responder à questão. Texto 2 O autoclismo da retrete Em 1973, fui trabalhar numa revista brasileira editada em
Lisboa. Logo no primeiro dia, tive uma amostra das deliciosas
diferenças que nos separavam, a nós e aos portugueses, em
matéria de língua. Houve um problema no banheiro da redação
e eu disse à secretária: “Isabel, por favor, chame o bombeiro
para consertar a descarga da privada.” Isabel franziu a testa e
só entendeu as quatro primeiras palavras. Pelo visto, eu estava
lhe pedindo que chamasse a Banda do Corpo de Bombeiros
para dar um concerto particular de marchas e dobrados na
redação. Por sorte, um colega brasileiro, em Lisboa havia
algum tempo e já escolado nos meandros da língua, traduziu o
recado: “Isabel, chame o canalizador para reparar o autoclismo
da retrete.” E só então o belo rosto de Isabel se iluminou. CASTRO, Ruy. O autoclismo da retrete . Folha de São Paulo. Disponível em: . Acesso em: 21
fev. 2024.
Questão 5: No período “Pelo visto, eu estava lhe pedindo que chamasse
a Banda do Corpo de Bombeiros para dar um concerto
particular de marchas e dobrados na redação”, a oração
destacada exerce, em relação à oração anterior, a função
sintática de
Leia o Texto 2 para responder à questão. Texto 2 O autoclismo da retrete Em 1973, fui trabalhar numa revista brasileira editada em
Lisboa. Logo no primeiro dia, tive uma amostra das deliciosas
diferenças que nos separavam, a nós e aos portugueses, em
matéria de língua. Houve um problema no banheiro da redação
e eu disse à secretária: “Isabel, por favor, chame o bombeiro
para consertar a descarga da privada.” Isabel franziu a testa e
só entendeu as quatro primeiras palavras. Pelo visto, eu estava
lhe pedindo que chamasse a Banda do Corpo de Bombeiros
para dar um concerto particular de marchas e dobrados na
redação. Por sorte, um colega brasileiro, em Lisboa havia
algum tempo e já escolado nos meandros da língua, traduziu o
recado: “Isabel, chame o canalizador para reparar o autoclismo
da retrete.” E só então o belo rosto de Isabel se iluminou. CASTRO, Ruy. O autoclismo da retrete . Folha de São Paulo. Disponível em: . Acesso em: 21
fev. 2024.
Questão 6: Leia o texto a seguir. Um dos objetivos de uma análise fonológica ou fonêmica é
definir quais são os sons de uma determinada língua que têm
valor distintivo. Dito de outra forma, quais são os sons que
servem para distinguir palavras nessa língua. Cada língua
dispõe de um determinado número de fonemas cuja função é
determinar a diferença de significado de uma palavra em
relação à outra. O fonema é então a menor unidade fonológica
da língua. CARDOSO, Denise Porto. Fonologia da Língua Portuguesa . São Cristóvão:
CESAD, 2009. p. 58. Os textos que circulam no cotidiano, assumindo estrutura
composicional determinada e finalidade comunicativa
específica, são denominados gêneros textuais, os quais são
configurados com sequências textuais definidas em razão
dos objetivos comunicativos de cada gênero. No fragmento
lido, predominam as sequências textuais
Questão 7: O texto lido, em razão de seus aspectos composicionais, de
seu recorte temático e de sua finalidade comunicativa,
exemplifica o gênero textual
Leia o Texto 3 para responder à questão. Texto 3 Violência contra criança e adolescente Diariamente, somos bombardeados por notícias e
informações catastróficas, envolvendo mortes, acidentes,
tráfico, roubo, entre outros, ou seja, diferentes formas de
violência. Entre essas notícias, as violências sofridas por
crianças e adolescentes têm se tornado cada vez mais
frequentes: padrasto que estupra e engravida menina de 9
anos; professora que silencia aluno colocando fita crepe na
boca; adolescentes e suas famílias “acorrentados” pelo crack;
precariedade dos serviços públicos para atender às
necessidades da população. Isso sem contar os tantos outros
casos que ocorrem diariamente e não são veiculados pelos
meios de comunicação, ficando silenciados pelo anonimato. Diante de tudo isso, pensar em infância, em crianças
e adolescentes como “seres de direito” é pensar a partir de uma
trajetória histórico-cultural que foi e está sendo construída ao
longo do tempo. Com a Constituição de 1988, o “ser criança”
passa a ser percebido como um sujeito social, uma criança
cidadã, portadora de direitos. Em 1990, com o Estatuto da Criança e do Adolescente,
é reforçada a importância da proteção à criança e ao
adolescente contra todos os tipos de violência, sendo
reconhecidos legalmente como “sujeitos de direito”. No entanto,
o fato de termos uma legislação que respalde a infância no
Brasil não garante que esta seja respeitada e valorizada. Sabe-se que muitas crianças e adolescentes sofrem diariamente
diferentes formas de violência (física, psicológica, social,
sexual) e a legislação, na maioria das vezes, pouco contribui
para amenizar esse quadro. Nós, enquanto profissionais da educação, precisamos
estar atentos às diferentes formas de violência, repensando
algumas de nossas posturas frente a essa problemática. É
preciso unir forças no combate à violência infantil, por meio de
uma interação constante entre os diferentes segmentos da
sociedade, denunciando todo e qualquer tipo de violência às
autoridades responsáveis pela proteção dessas crianças e
adolescentes. [...] TONIOLO, J. M. S. A. Disponível em: . Acesso em: 29 fev. 2024. [Adaptado].
Resposta correta! Parabéns, você acertou.
Resposta incorreta. A resposta correta é .
Questão: Q2452103Aplicação: 07/04/2024Banca: VERBENA-UFGCargo: PEDAGOGODisciplina: PortuguêsTema: Interpretação de TextosTópico: Noções Gerais de Compreensão e Interpretação de Texto Editar
Questão 8: No parágrafo inicial do texto, a progressão temática é
estabelecida por meio da recorrência à
Leia o Texto 3 para responder à questão. Texto 3 Violência contra criança e adolescente Diariamente, somos bombardeados por notícias e
informações catastróficas, envolvendo mortes, acidentes,
tráfico, roubo, entre outros, ou seja, diferentes formas de
violência. Entre essas notícias, as violências sofridas por
crianças e adolescentes têm se tornado cada vez mais
frequentes: padrasto que estupra e engravida menina de 9
anos; professora que silencia aluno colocando fita crepe na
boca; adolescentes e suas famílias “acorrentados” pelo crack;
precariedade dos serviços públicos para atender às
necessidades da população. Isso sem contar os tantos outros
casos que ocorrem diariamente e não são veiculados pelos
meios de comunicação, ficando silenciados pelo anonimato. Diante de tudo isso, pensar em infância, em crianças
e adolescentes como “seres de direito” é pensar a partir de uma
trajetória histórico-cultural que foi e está sendo construída ao
longo do tempo. Com a Constituição de 1988, o “ser criança”
passa a ser percebido como um sujeito social, uma criança
cidadã, portadora de direitos. Em 1990, com o Estatuto da Criança e do Adolescente,
é reforçada a importância da proteção à criança e ao
adolescente contra todos os tipos de violência, sendo
reconhecidos legalmente como “sujeitos de direito”. No entanto,
o fato de termos uma legislação que respalde a infância no
Brasil não garante que esta seja respeitada e valorizada. Sabe-se que muitas crianças e adolescentes sofrem diariamente
diferentes formas de violência (física, psicológica, social,
sexual) e a legislação, na maioria das vezes, pouco contribui
para amenizar esse quadro. Nós, enquanto profissionais da educação, precisamos
estar atentos às diferentes formas de violência, repensando
algumas de nossas posturas frente a essa problemática. É
preciso unir forças no combate à violência infantil, por meio de
uma interação constante entre os diferentes segmentos da
sociedade, denunciando todo e qualquer tipo de violência às
autoridades responsáveis pela proteção dessas crianças e
adolescentes. [...] TONIOLO, J. M. S. A. Disponível em: . Acesso em: 29 fev. 2024. [Adaptado].
Questão 9: No período “ No entanto , o fato de termos uma legislação que
respalde a infância no Brasil não garante que esta seja
respeitada e valorizada”, o conectivo destacado poderia ser
substituído, sem alteração de sentido, por
Leia o Texto 3 para responder à questão. Texto 3 Violência contra criança e adolescente Diariamente, somos bombardeados por notícias e
informações catastróficas, envolvendo mortes, acidentes,
tráfico, roubo, entre outros, ou seja, diferentes formas de
violência. Entre essas notícias, as violências sofridas por
crianças e adolescentes têm se tornado cada vez mais
frequentes: padrasto que estupra e engravida menina de 9
anos; professora que silencia aluno colocando fita crepe na
boca; adolescentes e suas famílias “acorrentados” pelo crack;
precariedade dos serviços públicos para atender às
necessidades da população. Isso sem contar os tantos outros
casos que ocorrem diariamente e não são veiculados pelos
meios de comunicação, ficando silenciados pelo anonimato. Diante de tudo isso, pensar em infância, em crianças
e adolescentes como “seres de direito” é pensar a partir de uma
trajetória histórico-cultural que foi e está sendo construída ao
longo do tempo. Com a Constituição de 1988, o “ser criança”
passa a ser percebido como um sujeito social, uma criança
cidadã, portadora de direitos. Em 1990, com o Estatuto da Criança e do Adolescente,
é reforçada a importância da proteção à criança e ao
adolescente contra todos os tipos de violência, sendo
reconhecidos legalmente como “sujeitos de direito”. No entanto,
o fato de termos uma legislação que respalde a infância no
Brasil não garante que esta seja respeitada e valorizada. Sabe-se que muitas crianças e adolescentes sofrem diariamente
diferentes formas de violência (física, psicológica, social,
sexual) e a legislação, na maioria das vezes, pouco contribui
para amenizar esse quadro. Nós, enquanto profissionais da educação, precisamos
estar atentos às diferentes formas de violência, repensando
algumas de nossas posturas frente a essa problemática. É
preciso unir forças no combate à violência infantil, por meio de
uma interação constante entre os diferentes segmentos da
sociedade, denunciando todo e qualquer tipo de violência às
autoridades responsáveis pela proteção dessas crianças e
adolescentes. [...] TONIOLO, J. M. S. A. Disponível em: . Acesso em: 29 fev. 2024. [Adaptado].
Resposta correta! Parabéns, você acertou.
Resposta incorreta. A resposta correta é .
Questão: Q2452105Aplicação: 07/04/2024Banca: VERBENA-UFGCargo: PEDAGOGODisciplina: PortuguêsTema: Interpretação de TextosTópico: Noções Gerais de Compreensão e Interpretação de Texto Editar
Questão 10: Observe a imagem a seguir. Disponível em: . Acesso em: 29 fev. 2024. O sentido geral dessa charge é construído por meio da
associação entre a linguagem verbal e a não verbal. Dessa
relação advém, predominantemente, o efeito semântico de