QUESTÕES DA PROVA (Sistema de Revisão Programada)

VERBENA-UFG

Banca Organizadora

2025

Ano da Prova

PROFESSOR DE EDUCAÇÃO BÁS...

Cargo

50

Total de Questões

Órgão PREFEITURA DE ITUMBIARA - GO
Nível / Escolaridade S

Revisão Programada Científica (SM-2 + Leitner)

🚨 Caixinha H 0 4 horas
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Página 1 - Questões 1 a 10 de 50

Questão: Q3506271 Aplicação: 20/07/2025 Banca: VERBENA-UFG Cargo: PROFESSOR DE EDUCAÇÃO BÁSICA - PEB II - PEDAGOGIA Disciplina: Português Tema: Interpretação de Textos Tópico: Editar

Questão 1: No texto, verifica-se o predomínio da modalidade retórica

Texto 1 Nossa ideia da verdade foi construída ao longo dos séculos, a partir de três concepções diferentes, vindas da língua grega, da latina e da hebraica. Em grego, verdade se diz aletheia , significando não-oculto, não dissimulado. O verdadeiro é o que se manifesta aos olhos do corpo e do espírito; a verdade é a manifestação daquilo que é ou existe tal como é. O verdadeiro se opõe ao falso, pseudos , o escondido, o dissimulado, o que parece ser e não é como parece. O verdadeiro é o plenamente visível à razão. Em latim, verdade se diz veritas e se refere à precisão, ao rigor e à exatidão de um relato, no qual se diz com pormenores e fidelidade o que aconteceu. Verdadeiro se refere, portanto, a enunciados que dizem fielmente as coisas tais como foram ou aconteceram. Um relato é veraz ou dotado de veracidade quando a linguagem enuncia os fatos reais. Em hebraico, verdade se diz emunah e significa confiança. Agora são as pessoas e é Deus quem são verdadeiros. Um Deus verdadeiro ou um amigo verdadeiro são os que cumprem o que prometem, são fiéis à palavra dada ou a um pacto feito; enfim, não traem a confiança. A nossa concepção da verdade é uma síntese dessas três fontes e por isso se refere às coisas presentes, aos fatos passados, à própria realidade, à linguagem e à confiança-esperança. CHAUI, Marilena. Convite à Filosofia. 13. ed. São Paulo: Ática. p. 123. [Adaptado]
diálogo - discussão dialética acalorada sobre as diferentes concepções da ‘verdade’ ao longo das diferentes reflexões filosóficas.
narração - encadeamento de elementos em torno de um enredo acerca da ‘verdade’, inspirado nas culturas grega, latina e hebraica.
argumentação - defesa de um ponto de vista sobre a ‘verdade’, fundamentada em argumentos históricos e etimológicos.
injunção - exposição de protocolos de uso de termos técnicos de origem grega, latina e hebraica para fazer referência ao termo ‘verdade’.
Questão: Q3506272 Aplicação: 20/07/2025 Banca: VERBENA-UFG Cargo: PROFESSOR DE EDUCAÇÃO BÁSICA - PEB II - PEDAGOGIA Disciplina: Português Tema: Morfologia Tópico: Editar

Questão 2: As palavras “veraz” e “veracidade” originam-se de um
mesmo radical de origem latina. Em seus processos de
formação, identifica-se a derivação

Texto 1 Nossa ideia da verdade foi construída ao longo dos séculos, a partir de três concepções diferentes, vindas da língua grega, da latina e da hebraica. Em grego, verdade se diz aletheia , significando não-oculto, não dissimulado. O verdadeiro é o que se manifesta aos olhos do corpo e do espírito; a verdade é a manifestação daquilo que é ou existe tal como é. O verdadeiro se opõe ao falso, pseudos , o escondido, o dissimulado, o que parece ser e não é como parece. O verdadeiro é o plenamente visível à razão. Em latim, verdade se diz veritas e se refere à precisão, ao rigor e à exatidão de um relato, no qual se diz com pormenores e fidelidade o que aconteceu. Verdadeiro se refere, portanto, a enunciados que dizem fielmente as coisas tais como foram ou aconteceram. Um relato é veraz ou dotado de veracidade quando a linguagem enuncia os fatos reais. Em hebraico, verdade se diz emunah e significa confiança. Agora são as pessoas e é Deus quem são verdadeiros. Um Deus verdadeiro ou um amigo verdadeiro são os que cumprem o que prometem, são fiéis à palavra dada ou a um pacto feito; enfim, não traem a confiança. A nossa concepção da verdade é uma síntese dessas três fontes e por isso se refere às coisas presentes, aos fatos passados, à própria realidade, à linguagem e à confiança-esperança. CHAUI, Marilena. Convite à Filosofia. 13. ed. São Paulo: Ática. p. 123. [Adaptado]
prefixal.
sufixal.
imprópria.
parassintética.
Questão: Q3506273 Aplicação: 20/07/2025 Banca: VERBENA-UFG Cargo: PROFESSOR DE EDUCAÇÃO BÁSICA - PEB II - PEDAGOGIA Disciplina: Português Tema: Sintaxe Tópico: Editar

Questão 3: Na frase “Agora são as pessoas e é Deus quem são
verdadeiros.”, a palavra destacada é

Texto 1 Nossa ideia da verdade foi construída ao longo dos séculos, a partir de três concepções diferentes, vindas da língua grega, da latina e da hebraica. Em grego, verdade se diz aletheia , significando não-oculto, não dissimulado. O verdadeiro é o que se manifesta aos olhos do corpo e do espírito; a verdade é a manifestação daquilo que é ou existe tal como é. O verdadeiro se opõe ao falso, pseudos , o escondido, o dissimulado, o que parece ser e não é como parece. O verdadeiro é o plenamente visível à razão. Em latim, verdade se diz veritas e se refere à precisão, ao rigor e à exatidão de um relato, no qual se diz com pormenores e fidelidade o que aconteceu. Verdadeiro se refere, portanto, a enunciados que dizem fielmente as coisas tais como foram ou aconteceram. Um relato é veraz ou dotado de veracidade quando a linguagem enuncia os fatos reais. Em hebraico, verdade se diz emunah e significa confiança. Agora são as pessoas e é Deus quem são verdadeiros. Um Deus verdadeiro ou um amigo verdadeiro são os que cumprem o que prometem, são fiéis à palavra dada ou a um pacto feito; enfim, não traem a confiança. A nossa concepção da verdade é uma síntese dessas três fontes e por isso se refere às coisas presentes, aos fatos passados, à própria realidade, à linguagem e à confiança-esperança. CHAUI, Marilena. Convite à Filosofia. 13. ed. São Paulo: Ática. p. 123. [Adaptado]
um pronome relativo com função enfática dos termos antecedentes nas orações principais.
uma conjunção integrante que introduz uma oração subordinada substantiva predicativa.
um pronome adjetivo com papel de modificador de um termo presente na oração anterior.
uma conjunção coordenativa que conecta e explica a relação existente entre as três orações.
Questão: Q3506274 Aplicação: 20/07/2025 Banca: VERBENA-UFG Cargo: PROFESSOR DE EDUCAÇÃO BÁSICA - PEB II - PEDAGOGIA Disciplina: Português Tema: Sintaxe Tópico: Editar

Questão 4: No trecho “Um Deus verdadeiro ou um amigo verdadeiro são
os que cumprem o que prometem, são fiéis à palavra dada
ou a um pacto feito; enfim, não traem a confianç a”, a oração
coordenada apresenta uma

Texto 1 Nossa ideia da verdade foi construída ao longo dos séculos, a partir de três concepções diferentes, vindas da língua grega, da latina e da hebraica. Em grego, verdade se diz aletheia , significando não-oculto, não dissimulado. O verdadeiro é o que se manifesta aos olhos do corpo e do espírito; a verdade é a manifestação daquilo que é ou existe tal como é. O verdadeiro se opõe ao falso, pseudos , o escondido, o dissimulado, o que parece ser e não é como parece. O verdadeiro é o plenamente visível à razão. Em latim, verdade se diz veritas e se refere à precisão, ao rigor e à exatidão de um relato, no qual se diz com pormenores e fidelidade o que aconteceu. Verdadeiro se refere, portanto, a enunciados que dizem fielmente as coisas tais como foram ou aconteceram. Um relato é veraz ou dotado de veracidade quando a linguagem enuncia os fatos reais. Em hebraico, verdade se diz emunah e significa confiança. Agora são as pessoas e é Deus quem são verdadeiros. Um Deus verdadeiro ou um amigo verdadeiro são os que cumprem o que prometem, são fiéis à palavra dada ou a um pacto feito; enfim, não traem a confiança. A nossa concepção da verdade é uma síntese dessas três fontes e por isso se refere às coisas presentes, aos fatos passados, à própria realidade, à linguagem e à confiança-esperança. CHAUI, Marilena. Convite à Filosofia. 13. ed. São Paulo: Ática. p. 123. [Adaptado]
possibilidade de ocorrência de uma ação entre as dadas no trecho.
conclusão com vistas ao encerramento da série de eventos citados.
consequência dos eventos e predicados verbais citados anteriormente.
explicação para tornar evidente a natureza de um dos eventos mencionados.
Questão: Q3506275 Aplicação: 20/07/2025 Banca: VERBENA-UFG Cargo: PROFESSOR DE EDUCAÇÃO BÁSICA - PEB II - PEDAGOGIA Disciplina: Português Tema: Interpretação de Textos Tópico: Editar

Questão 5: O excerto é a introdução de um artigo de opinião, no qual se
identifica a intertextualidade com um conhecido conto
literário. Esse fator de organização textual é feito por meio
de uma

Texto 2 Há um conhecido conto do escritor Hans Christian Andersen, datado de meados do séc. XIX, o qual, admitidas algumas variações e versões, remete a uma estória em que certos golpistas que, diante da excessiva vaidade de um rei, aplicam-lhe um golpe. Prometem vestes maravilhosas e especiais, a custos altíssimos. Quando indagados pelo rei sobre as suas vestimentas, os vigaristas afirmam, diante de uma mesa vazia: – Aqui estão elas. O rei, por sua vez, para não admitir sua ignorância diante dos desconhecidos marcou um desfile para a apresentação daquelas “nobres e maravilhosas” vestes. No dia do desfile, o rei surge absolutamente nu, com servos segurando a sua cauda invisível. Os súditos ao seu redor, em razão da reação e das palavras do rei acerca das suas vestes, seguem espelhando a ilusão de que estaria o rei integralmente vestido. Até que um menino grita: – O rei está nu! Ocasião em que todos se permitiram acreditar que, diante de seus olhos, de fato, sempre esteve o rei nu, tal como a realidade lhes entregava. Com vergonha, por um período, o rei se recolheu. A linha entre o que vive a Justiça do Trabalho nos últimos tempos e o conto que ultrapassa os séculos é mais tênue do que se pode imaginar. ALLAN, Nuredin Ahmad. O rei não ficou nu sozinho: a atual situação da Justiça do Trabalho. Disponível em: . Acesso em: 21 mai. 2025. [Adaptado].
epígrafe.
paródia.
bricolagem.
paráfrase.
Questão: Q3506276 Aplicação: 20/07/2025 Banca: VERBENA-UFG Cargo: PROFESSOR DE EDUCAÇÃO BÁSICA - PEB II - PEDAGOGIA Disciplina: Português Tema: Interpretação de Textos Tópico: Editar

Questão 6: No segundo parágrafo, a expressão “de fato” é empregada
como um(a)

Texto 2 Há um conhecido conto do escritor Hans Christian Andersen, datado de meados do séc. XIX, o qual, admitidas algumas variações e versões, remete a uma estória em que certos golpistas que, diante da excessiva vaidade de um rei, aplicam-lhe um golpe. Prometem vestes maravilhosas e especiais, a custos altíssimos. Quando indagados pelo rei sobre as suas vestimentas, os vigaristas afirmam, diante de uma mesa vazia: – Aqui estão elas. O rei, por sua vez, para não admitir sua ignorância diante dos desconhecidos marcou um desfile para a apresentação daquelas “nobres e maravilhosas” vestes. No dia do desfile, o rei surge absolutamente nu, com servos segurando a sua cauda invisível. Os súditos ao seu redor, em razão da reação e das palavras do rei acerca das suas vestes, seguem espelhando a ilusão de que estaria o rei integralmente vestido. Até que um menino grita: – O rei está nu! Ocasião em que todos se permitiram acreditar que, diante de seus olhos, de fato, sempre esteve o rei nu, tal como a realidade lhes entregava. Com vergonha, por um período, o rei se recolheu. A linha entre o que vive a Justiça do Trabalho nos últimos tempos e o conto que ultrapassa os séculos é mais tênue do que se pode imaginar. ALLAN, Nuredin Ahmad. O rei não ficou nu sozinho: a atual situação da Justiça do Trabalho. Disponível em: . Acesso em: 21 mai. 2025. [Adaptado].
elemento metadiscursivo que faz referência ao próprio ato de comunicação.
pergunta retórica sem intenção de obter alguma resposta do enunciatário.
marcador enunciativo de certeza para reforçar a validade de dada afirmação.
prescrição feita para que o enunciatário execute uma ação ou um evento.
Questão: Q3506277 Aplicação: 20/07/2025 Banca: VERBENA-UFG Cargo: PROFESSOR DE EDUCAÇÃO BÁSICA - PEB II - PEDAGOGIA Disciplina: Português Tema: Interpretação de Textos Tópico: Editar

Questão 7: No primeiro parágrafo, o mecanismo de coesão referencial
utilizado para retomada do termo “golpistas”, na maioria das
vezes, é a

Texto 2 Há um conhecido conto do escritor Hans Christian Andersen, datado de meados do séc. XIX, o qual, admitidas algumas variações e versões, remete a uma estória em que certos golpistas que, diante da excessiva vaidade de um rei, aplicam-lhe um golpe. Prometem vestes maravilhosas e especiais, a custos altíssimos. Quando indagados pelo rei sobre as suas vestimentas, os vigaristas afirmam, diante de uma mesa vazia: – Aqui estão elas. O rei, por sua vez, para não admitir sua ignorância diante dos desconhecidos marcou um desfile para a apresentação daquelas “nobres e maravilhosas” vestes. No dia do desfile, o rei surge absolutamente nu, com servos segurando a sua cauda invisível. Os súditos ao seu redor, em razão da reação e das palavras do rei acerca das suas vestes, seguem espelhando a ilusão de que estaria o rei integralmente vestido. Até que um menino grita: – O rei está nu! Ocasião em que todos se permitiram acreditar que, diante de seus olhos, de fato, sempre esteve o rei nu, tal como a realidade lhes entregava. Com vergonha, por um período, o rei se recolheu. A linha entre o que vive a Justiça do Trabalho nos últimos tempos e o conto que ultrapassa os séculos é mais tênue do que se pode imaginar. ALLAN, Nuredin Ahmad. O rei não ficou nu sozinho: a atual situação da Justiça do Trabalho. Disponível em: . Acesso em: 21 mai. 2025. [Adaptado].
elipse nominal.
antecipação catafórica.
retomada anafórica.
substituição lexical.
Questão: Q3506278 Aplicação: 20/07/2025 Banca: VERBENA-UFG Cargo: PROFESSOR DE EDUCAÇÃO BÁSICA - PEB II - PEDAGOGIA Disciplina: Português Tema: Pontuação Tópico: Interpretação de Textos Editar

Questão 8: No primeiro parágrafo, o emprego das aspas, em “nobres e
maravilhosas”,

Texto 2 Há um conhecido conto do escritor Hans Christian Andersen, datado de meados do séc. XIX, o qual, admitidas algumas variações e versões, remete a uma estória em que certos golpistas que, diante da excessiva vaidade de um rei, aplicam-lhe um golpe. Prometem vestes maravilhosas e especiais, a custos altíssimos. Quando indagados pelo rei sobre as suas vestimentas, os vigaristas afirmam, diante de uma mesa vazia: – Aqui estão elas. O rei, por sua vez, para não admitir sua ignorância diante dos desconhecidos marcou um desfile para a apresentação daquelas “nobres e maravilhosas” vestes. No dia do desfile, o rei surge absolutamente nu, com servos segurando a sua cauda invisível. Os súditos ao seu redor, em razão da reação e das palavras do rei acerca das suas vestes, seguem espelhando a ilusão de que estaria o rei integralmente vestido. Até que um menino grita: – O rei está nu! Ocasião em que todos se permitiram acreditar que, diante de seus olhos, de fato, sempre esteve o rei nu, tal como a realidade lhes entregava. Com vergonha, por um período, o rei se recolheu. A linha entre o que vive a Justiça do Trabalho nos últimos tempos e o conto que ultrapassa os séculos é mais tênue do que se pode imaginar. ALLAN, Nuredin Ahmad. O rei não ficou nu sozinho: a atual situação da Justiça do Trabalho. Disponível em: . Acesso em: 21 mai. 2025. [Adaptado].
sinaliza a reprodução literal e direta da expressão que foi retirada de um outro texto.
indica ironia no uso das palavras destacadas quanto ao sentido que assumem no texto.
sugere que os termos destacados estão expressos em seu sentido denotativo no texto.
delimita o trecho cujo conteúdo expõe a síntese da ideia central do parágrafo textual.
Questão: Q3506279 Aplicação: 20/07/2025 Banca: VERBENA-UFG Cargo: PROFESSOR DE EDUCAÇÃO BÁSICA - PEB II - PEDAGOGIA Disciplina: Português Tema: Interpretação de Textos Tópico: Editar

Questão 9: No texto, o eu poético

Texto 3 Verdade A porta da verdade estava aberta, Mas só deixava passar Meia pessoa de cada vez. Assim não era possível atingir toda a verdade, Porque a meia pessoa que entrava só trazia o perfil de meia verdade. E sua segunda metade Voltava igualmente com meio perfil. E os meios perfis não coincidiam. Arrebentaram a porta. Derrubaram a porta. Chegaram ao lugar luminoso Onde a verdade esplendia seus fogos. Era dividida em metades diferentes uma da outra. Chegou-se a discutir qual a metade mais bela. Nenhuma das duas era totalmente bela. E carecia optar. Cada um optou conforme seu capricho, sua ilusão, sua miopia. ANDRADE, Carlos Drummond de. Corpo. São Paulo: Companhia das Letras, 2015. p. 29
acena para a impossibilidade de se definir a verdade sem considerar sua multiplicidade.
apoia a busca incessante e beligerante do ser humano por uma definição única da verdade.
sugere que a natureza da verdade seja concebida de modo objetivo e científico.
critica o ser humano por geralmente conceber a verdade a partir de uma visão unilateral.
Questão: Q3506280 Aplicação: 20/07/2025 Banca: VERBENA-UFG Cargo: PROFESSOR DE EDUCAÇÃO BÁSICA - PEB II - PEDAGOGIA Disciplina: Português Tema: Morfologia Tópico: Editar

Questão 10: No texto, as palavras “meia”, “meio” e “meios” possuem as
funções gramaticais e semânticas de

Texto 3 Verdade A porta da verdade estava aberta, Mas só deixava passar Meia pessoa de cada vez. Assim não era possível atingir toda a verdade, Porque a meia pessoa que entrava só trazia o perfil de meia verdade. E sua segunda metade Voltava igualmente com meio perfil. E os meios perfis não coincidiam. Arrebentaram a porta. Derrubaram a porta. Chegaram ao lugar luminoso Onde a verdade esplendia seus fogos. Era dividida em metades diferentes uma da outra. Chegou-se a discutir qual a metade mais bela. Nenhuma das duas era totalmente bela. E carecia optar. Cada um optou conforme seu capricho, sua ilusão, sua miopia. ANDRADE, Carlos Drummond de. Corpo. São Paulo: Companhia das Letras, 2015. p. 29
substantivos abstratos.
advérbios de intensidade.
adjetivos derivados.
numerais fracionários.
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